Amanhecer nos Prados do Mourô relativo á ultima entrada neste blogue...
Video: Abel Vieira
terça-feira, 23 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Portela de Leonte – Prados do Mourô
4/4/2010
Para uma estreia nas caminhadas nocturnas não poderia ter outra escolha senão uma subida aos Prados do Mourô e assim foi…
Com o único objectivo de ver o nascer do sol nos Prados do Mourô, eu e mais uma vez Abel Vieira a acompanhar-me , lá saímos do conforto e do “quentinho” do carro para uma noite cerrada e muito fria na Portela de Leonte e rapidamente iniciamos a subida, auxiliados pelas luzes dos frontais aos poucos fomos nos embrenhando pela escura e misteriosa natureza.
À noite tudo ganha outro encanto, o som isolado de um Bufo e até o nosso fôlego ganhava outro destaque, os nossos olhos iam se habituando á escuridão e quase sem dar por isso sentimo-nos pertencer aquele meio e alheamo-nos do resto do mundo…
À medida que íamos subindo a luz do dia ia aparecendo e aos poucos revelava uma paisagem linda de deixar qualquer um sem palavras…As serras circundantes pintadas de branco, as nuvens abaixo de nós que pareciam um manto e o chilrear alegre dos pássaros que acordavam para um novo dia faziam nos esquecer do frio e com o passo bem mais certo e apressado lá chegámos aos prados do Mourô, igual a si próprio como que congelado no tempo mas desta vez rodeado por uma bela camada de neve…
Escolhemos o “poiso” para ver o nascer do sol e o resto do tempo foi aproveitado para descansar, tirar fotos a tudo que a nossa visão conseguia contemplar e esperar que o sol aparecesse trazendo a sua força e alegria…
Depois do nascer do sol seguiu-se o cafezinho quente que tão bem sabe nesses dias frios, mais uma voltinha nas imediações para ver a paisagem e o regresso á civilização descendo desta vez iluminados pela luz do sol da manhã e felizes com a alma leve…como é bom acordar para um novo dia no cantinho mais belo do Mundo…
Texto: David Gonçalves
Fotografia: David Gonçalves / Abel Vieira
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Citação XI

Aqui fica esta citação final extraída do livro de Stewart Brand, Whole earth catalogue: “stay hungry, stay foolish”. Uma mensagem que apela para que seja curioso, que tenha fome de saber, que seja tolo... descubra as coisas como se fosse a primeira vez, questione, não tenha medo, a vida é uma grande estrada, faça o seu próprio caminho. Erre, aprenda, comece de novo e nunca desista...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A 4ª Maravilha do PNPG
O Pico da Nevosa

O Pico da Nevosa, com uma altitude de 1548 metros, é o 2º ponto mais alto de Portugal Continental e um dos locais mais bonitos do norte de Portugal no que diz respeito ao contacto com a natureza, a vista lá de cima é absolutamente arrebatadora o que torna este local único e de uma beleza singular...
Fotografia e Texto: David Gonçalves
O Pico da Nevosa, com uma altitude de 1548 metros, é o 2º ponto mais alto de Portugal Continental e um dos locais mais bonitos do norte de Portugal no que diz respeito ao contacto com a natureza, a vista lá de cima é absolutamente arrebatadora o que torna este local único e de uma beleza singular...
Fotografia e Texto: David Gonçalves
Triste Constatação

Área ardida nas zonas protegidas subiu 60 por cento face à média registada em Portugal nos últimos cinco anos
20.09.2010
Mariana Oliveira
O ano ainda não terminou, mas já há um dado seguro a nível do balanço dos incêndios florestais: os fogos de 2010 foram particularmente penosos para as áreas protegidas.
Os últimos dados do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) mostram que até meados de Setembro arderam perto de 16 mil hectares nestas zonas classificadas. O valor significa um aumento de 60 por cento face à média dos últimos cinco anos, que incluiu a área ardida no total dos 12 meses. No único parque nacional do país, o da Peneda-Gerês, ardeu mais de 13 por cento da sua área total, incluindo um quarto da zona de protecção total, a área de maiores valores naturais.
O Parque Natural da Serra da Estrela também foi particularmente afectado, tendo este ano ardido 5,6 por cento da sua área, o que corresponde a 5.021 hectares (ha). Também aqui o fogo destruiu uma das áreas mais importantes do parque, a Reserva Biogenética, onde foram afectados 720 ha. O ICNB destaca a destruição de um ninho de falcão-peregrino, entre diversos habitats e espécies. Um núcleo de teixos, uma árvore resinosa que tem vindo a desaparecer, também foi consumido pelo fogo, que afectou igualmente a vegetação junto a diversas linhas de água.
Mesmo assim, o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) regista a maior área ardida dento das zonas protegidas: 9.193 hectares, que correspondem a 13,2 por cento da sua área total. O fogo que atingiu a Mata do Cabril, uma das três zonas de protecção total do parque, prolongou-se por 15 dias, tendo consumido 3.529 hectares. Mais de 270 hectares eram de carvalhal. "A área de maiores valores naturais (a zona de protecção total que é de 2797 hectares em todo o parque) teve um impacto de 26 por cento, correspondente, grosso modo, à área ardida na Mata do Cabril", nota o ICNB, numa avaliação dos fogos no PNPG.
"Divorciados" da população
Das restantes áreas protegidas, destaca-se o Parque Natural do Alvão, onde arderam 791 hectares, ou seja, 11 por cento do parque. Também o Douro Internacional e Montesinho foram afectados, ainda que de forma menos significativa.
Para Joaquim Sande Silva, da Liga para a Protecção da Natureza, os fogos nas área ardidas "são o resultado de um divórcio entre o ICNB e a população que reside nessas zonas". Sande Silva realça a falta de diálogo do instituto e aponta a falta de meios humanos no terreno como um problema. "No ICNB, há mais de 200 quadros superiores e pouco mais de cem vigilantes da natureza. Não faz sentido. É uma pirâmide virada ao contrário", sublinha o investigador. Por isso, nota, "há muito gente para planear e estudar e pouca no terreno, onde é possível mudar as coisas".
Sande Silva não se tente habilitado para avaliar se a alteração introduzida em 2007 na orgânica do ICNB, que determinou uma gestão regional das áreas protegidas (foram criados cinco departamentos encarregues, respectivamente, do Norte, das Zonas Húmidas, do Centro e Alto Alentejo, Litoral de Lisboa e Oeste e Sul) está a ter resultados negativos. Mas insiste que é preciso apostar numa política de proximidade, para que este modelo não contribui.
Falta de meios no terreno
Rita Calvário, deputada do Bloco de Esquerda e engenheira agrónoma, não tem dúvidas de que a mudança foi prejudicial. "O pretexto de uma maior eficiência de gestão apenas serviu para reduzir custos à conta de maiores debilidades de intervenção no terreno e contacto com as populações das áreas protegidas", sublinha num artigo de opinião publicado em www.esquerda.net. A engenheira realça ainda os problemas orçamentais do ICNB. "Com cortes de investimento superiores a 50 por cento nas áreas protegidas e uma redução de quase 20 por cento para o ICNB em 2007, desde então nunca se recuperaram os valores anteriores, já de si baixos. Ainda em 2010, o ICNB assistiu a um corte de mais 4 por cento em relação ao orçamentado no ano anterior", precisa a deputada do Bloco.
O resultado, diz, é a falta de meios no terreno. "Veja-se a situação do Parque Natural do Douro Internacional (85 mil ha) sem um único vigilante da natureza, do Tejo Internacional (26 mil ha) com apenas um vigilante, do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (75 mil ha) com dois, da Arrábida (11 mil ha) com quatro. Mas mesmo na Peneda-Gerês (70 mil ha), onde existem 23 vigilantes, a falta de verbas ditou que estes estivessem, até recentemente, sem viaturas para trabalhar durante mais de um ano", descreve.
In: Publico
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Um domingo de manhã na Albergaria
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